Nas costas
me encosto
revejo conceitos
Forço uma entrada
me guio
pelo cheiro
Acaricio
Mordo
Sou humano
Animal
Espirito
Peças de um
quebra cabeças
Que ela
pega
Tenta juntar
Mãos hábeis
nos meus braços
Com os pés
nas minhas coxas
Encaixe de cruzes
Vidas se alinhando
Destinos a copular
quinta-feira, 28 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
O chapéu na sarjeta
Achei
um chapéu
na sarjeta,
Quem perdeu
esse chapéu?
Será o homem
dos subterrâneos?
Aquele que vive
dentro de nós mesmos?
Estendendo o chapéu
Saudando gentilmente
o semelhante?
Mas escondendo o
mais imundo lixo?
Quem tem coragem
de olhar para dentro
do chapéu?
um chapéu
na sarjeta,
Quem perdeu
esse chapéu?
Será o homem
dos subterrâneos?
Aquele que vive
dentro de nós mesmos?
Estendendo o chapéu
Saudando gentilmente
o semelhante?
Mas escondendo o
mais imundo lixo?
Quem tem coragem
de olhar para dentro
do chapéu?
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Laura
Laurinha
quis ser feliz,
Foi o que
pediu
no assopro
da velinha,
Não podia
imaginar
os horrores
da vida,
Aquele homem
gentil,
o principe
escondia
o monstro,
Ela não
podia
imaginar,
Só quis
ser feliz,
As olheiras
olham o vazio,
A criança
suga um
peito sem
vida
e
sem mais
sonho algum.
quis ser feliz,
Foi o que
pediu
no assopro
da velinha,
Não podia
imaginar
os horrores
da vida,
Aquele homem
gentil,
o principe
escondia
o monstro,
Ela não
podia
imaginar,
Só quis
ser feliz,
As olheiras
olham o vazio,
A criança
suga um
peito sem
vida
e
sem mais
sonho algum.
sábado, 2 de maio de 2009
O relógio no sapato
O relógio no sapato
conta os meus passos
conta os meus pensamentos
O relógio no sapato
se intromete
onde não foi chamado
O relógio no sapato
não tem ponteiros
Não tem como ver as horas
Não sei se já é tarde
Não sei se ainda é cedo
Colho as impressões do céu
cinzento e do sol abrasador
O relógio no sapato
não pára de bater
Mesmo sem coração
em seu peito metálico
Mas ele
registrará tudo
até o meu
ultimo pisar
em falso!
conta os meus passos
conta os meus pensamentos
O relógio no sapato
se intromete
onde não foi chamado
O relógio no sapato
não tem ponteiros
Não tem como ver as horas
Não sei se já é tarde
Não sei se ainda é cedo
Colho as impressões do céu
cinzento e do sol abrasador
O relógio no sapato
não pára de bater
Mesmo sem coração
em seu peito metálico
Mas ele
registrará tudo
até o meu
ultimo pisar
em falso!
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