Hoje olhei pra parede,
Me perdi no branco de seus olhos,
Entendi coisas desconhecidas,
Mas esqueci logo em seguida.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Um Rato Tomando Sol
Eu sou
um rato tomando sol,
Que é que foi?
Nunca viu?
A sua grama verdinha
não comporta
tais visões?
Devo ficar escondido?
Chafurdando nos
detritos que
Vossa Senhoria produz?
Sou o revelador
de teus podres, não sou?
Que é que tá olhando?
Se sente desconfortável,
Enquanto coço meus bigodes?
Você é pior que eu!
Pois se esconde bem aqui!
Hipócrita!
Você é a mosca no meu olho!
um rato tomando sol,
Que é que foi?
Nunca viu?
A sua grama verdinha
não comporta
tais visões?
Devo ficar escondido?
Chafurdando nos
detritos que
Vossa Senhoria produz?
Sou o revelador
de teus podres, não sou?
Que é que tá olhando?
Se sente desconfortável,
Enquanto coço meus bigodes?
Você é pior que eu!
Pois se esconde bem aqui!
Hipócrita!
Você é a mosca no meu olho!
Atrás dos muros
Atrás dos muros
Sinto a paz
entrar nas veias
como uma droga boa,
Nenhum dano,
Nenhum sofrimento,
Atrás dos muros
cumprimento
os que já se foram,
Cada rosto embaçado,
Cada lápide lascada,
Não os temo,
O terror vive lá fora,
Mas sorrio satisfeito,
Ele tambem irá apodrecer!
Sinto a paz
entrar nas veias
como uma droga boa,
Nenhum dano,
Nenhum sofrimento,
Atrás dos muros
cumprimento
os que já se foram,
Cada rosto embaçado,
Cada lápide lascada,
Não os temo,
O terror vive lá fora,
Mas sorrio satisfeito,
Ele tambem irá apodrecer!
Coisa Estranha!
O coreano
estranhou o homossexual,
O skinhead
estranhou o coreano,
Eu estranhei
esse comportamento,
E agora,
Você estranha
minha poesia!
estranhou o homossexual,
O skinhead
estranhou o coreano,
Eu estranhei
esse comportamento,
E agora,
Você estranha
minha poesia!
Penitência
A solidão
é um gato preto,
teimando em cruzar
meu caminho,
Tento fugir dele,
Acabo passando
por debaixo da escada,
E não há trevo,
Arruda,
nem sal grosso
que o espante!
Então,
o verso é minha reza,
E lavar o pé da puta,
A penitência!
é um gato preto,
teimando em cruzar
meu caminho,
Tento fugir dele,
Acabo passando
por debaixo da escada,
E não há trevo,
Arruda,
nem sal grosso
que o espante!
Então,
o verso é minha reza,
E lavar o pé da puta,
A penitência!
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