O que vejo me atrapalha...
Não escuto a voz interior,
Procuro a saída, sem ouvi-la...
Quero crêr na brutalidade...
Que nada pode
contra as paredes...
Sou cego na alma...
Sou o pior que há!
Grito palavras feias...
Que batem nas paredes,
E voltam na minha cara...
Fico pesado
Me arrastando...
Meu crânio é o chão...
Coisas da terra...
Sufocam o espirito...
Duro demais para continuar...
Desse jeito, já não dá...
Pegar a chave
da porta da ignorância...
Amor, fé, arte...
Ache a sua...
sábado, 8 de novembro de 2008
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