terça-feira, 29 de novembro de 2016
O Riso da Hiena
A amargura é abafada
pela máscara do palhaço,
E o som estridente
que engana teus ouvidos
é o riso da hiena
cujo hálito cheira a carniça
contendo os pedaços da carcaça de saudosas ilusões,
o resto da refeição do leão do tempo,
Tenho um cemitério em ruínas no peito
e as batidas de meu coração
são como o grasnar do soturno corvo de Allan Poe:
Nunca mais!
Nunca mais!
Nunca mais!
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