Os bons se vão cedo
e os canalhas, aí estão
Que não sobre um, é meu medo
Mas sua passagem, jamais será em vão
Ele foi o ultimo dos decentes
um legítimo cavalheiro,
um romântico sorridente
de um bom copo, companheiro
em seus versos, magnífica utopia
um desejo ardente, pelo bem mundial
uma alma superior, no papel se refletia
e em sua escrita, batia um coração sem igual
Enfim, o poeta saiu de cena
Deixando saudade e consternação.
Só posso agora, oferecer estes versos e a saideira
a este grande ser humano, meu amigo Marcelão!
André Diaz

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