O mundo me cuspiu
e caçoou até não poder mais,
Aquela velha inocência sumiu
e na esperança, já não encontro minha paz
Carrego os bons sentimentos de menino
como restos de um fim de feira,
Recolho-os, pisoteados e não me animo
a reaproveitá-los, de qualquer maneira,
Mas ainda assim, fustigado como cão,
pelo chicote das circunstâncias,
Não! Não considero esta a origem do vilão
No fundo do veneno, ainda persiste um pequeno e puro fragmento da perdida infância...
André Diaz

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